
Doze anos acredito eu...
Arrasta o caixote pesado nos ombros magros...
As mãos sujas de graxa preta carregam algumas moedas como gorgeta...
Paro e volto meus olhos para o menino que não transmite sorrisos.
A noite passa lentamente e os meus prazeres se dissolvem involuntariamente num copo gelado de cerveja.
Distraio-me com a incessante tentativa daquele corpo infantil realizar seu trabalho
e abandonar a sua infância em alguns sapatos renovados...
Fernando Resende
andando por aí, cheguei até vc... Me atualizando de.
ResponderExcluirVoutao, eim!
Bjs, meus.
:_|
ResponderExcluirÉ por isso que Peter Pan preferia viver na Terra do Nunca mas a questão que não quer calar é: "Como faz para viver entre os dois mundos e ainda assim, ser feliz?"
ResponderExcluirBeijo
p.s-Você tá bem??
É triste, Mas são poucos que observam com os mesmos olhos que você.
ResponderExcluirque saudade.
bonito de verdade!
ResponderExcluire esse nariz de palhaço aí?
tá me copiando?
haha
:*
Quantos sorrisos absortos... Quantos mundos imaginários dentro da caixa de ferramentas. Quantas cenas coloridas em sua íris... E ninguém vê, porque perderam a capacidade de enxergar...
ResponderExcluirÉ...
Menino grande!
ResponderExcluirSaudade...